Será que meu filho é Autista? – Tudo o que você precisa entender sobre o TEA

No mundo das redes sociais, não é difícil encontrar conteúdos sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). De um lado, essas publicações estão fazendo com que o assunto entre em pauta. De outro, a quantidade de informações genéricas e, em alguns casos, até fake news, também provocam uma espécie de banalização do quadro, dificultando a decisão de buscar ajuda.

O QUE É O AUTISMO E COMO ELE FUNCIONA – Kelvis Sampaio, psicólogo clínico da Luna ABA, clínica especializada em autismo, explica que o TEA é uma condição do desenvolvimento que afeta a forma como a pessoa interage e se comunica com o mundo.

É possível exemplificar fazendo uma comparação com computadores. “Imagine que o cérebro funciona como um sistema operacional; no autismo, esse sistema processa informações sensoriais, sociais e emocionais de um jeito único. É uma configuração diferente de ver, ouvir e sentir o que acontece ao redor”, ele explica.

Mesmo com esse jeito diferente de enxergar o mundo, pessoas autistas não são todas iguais. Segundo o Glossário de Saúde Einstein, a denominação “espectro” se deve à grande variação de características e níveis de gravidade que podem ser observados. Desta forma, o TEA não cabe em um único padrão, podendo abranger diversos tipos e características.

Kelvis Sampaio Psicólogo Clínico (CRP 05/80606) (LUNA ABA)

Segundo a Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, a causa do TEA não é totalmente conhecida. Estudos e pesquisas indicam que se trata de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Alguns fatores (como prematuridade, baixo peso ao nascer, infecções durante a gestação ou idade parental mais avançada) podem aumentar ou diminuir o risco em pessoas com predisposição genética. No entanto, nenhum fator ambiental isolado é capaz de causar autismo.

CADA PESSOA É DIFERENTE – Para Kelvis, o maior erro das pessoas é achar que o autismo tem uma “cara” ou um comportamento padrão. “Muita gente ainda acredita que todo autista vive isolado em seu próprio mundo ou que todos têm um “dom genial” para matemática”.

Rosângela Rieddo, Psicopedagoga Especialista em Educação Especial e autora do livro ‘O Universo Adulto do TEA: compreendendo o universo do autismo feminino’, explica que as evidências científicas apontam que existe uma grande variedade no funcionamento cognitivo entre pessoas autistas.

“Muitas apresentam habilidades preservadas ou até acima da média em áreas específicas, o que pode incluir características relacionadas às chamadas altas habilidades ou superdotação. No entanto, é importante destacar que isso não se aplica à totalidade dos casos, reforçando a necessidade de compreender o espectro de forma ampla, individualizada e livre de estereótipos.” esclarece a psicopedagoga.

Para Rosângela, o diagnóstico individualizado também se deve ao fato de que raramente o TEA se apresenta de forma isolada. A psicopedagoga afirma que o Espectro Autista frequentemente é acompanhado por condições como depressão, Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

MENINOS X MENINAS – Nos últimos anos, um novo desdobramento sobre o Transtorno do Espectro Autista entrou em pauta: a diferença no diagnóstico entre meninos e meninas. “Meninas costumam ser diagnosticadas mais tarde porque muitas vezes conseguem ‘camuflar’ os sintomas, imitando comportamentos sociais para se enturmar. Enquanto os meninos podem demonstrar comportamentos mais óbvios de agitação ou interesses restritos, as meninas podem ter interesses que parecem ‘comuns’ (como colecionar bonecas), mas de uma forma muito intensa e focada.” explica Kelvis.

Sobre o assunto, Rosângela, que foi diagnosticada com autismo e TDAH apenas aos 50 anos de idade, complementa: “muitos instrumentos de avaliação ainda são baseados em padrões predominantemente masculinos, o que pode dificultar a identificação de características mais sutis ou atípicas no perfil feminino”.

Rosângela Rieddo, Psicopedagoga Especialista em Educação Especial e autora do livro “O Universo Adulto do TEA: compreendendo o universo do autismo feminino“

NÍVEIS DE SUPORTE – Kelvis explica que, de forma geral, o TEA se manifesta, em diferentes níveis, por meio de dificuldades em comunicação, interação social, comportamentos e interesses. Dentro da ampla variação de características, também temos o que chamamos de “níveis de suporte”, que indicam o quanto de ajuda aquela pessoa precisa para realizar atividades do dia a dia, sendo: Nível 1: Precisa de pouco apoio em tarefas cotidianas; Nível 2: Precisa de um apoio moderado; Nível 3: Precisa de apoio muito substancial para quase tudo.

“Ainda hoje, persistem julgamentos e preconceitos, como a associação equivocada com ‘retardo mental’ — termo, inclusive, ultrapassado e inadequado. Essa visão reducionista desconsidera a complexidade e a diversidade presentes no espectro”, explica Rosângela.

SINTOMAS DE AUTISMO NA INFÂNCIA – Na infância, Kelvis afirma que os sinais variam, mas vale a pena observar atrasos na fala ou na forma diferente de se comunicar; no pouco contato visual, nos interesses muito intensos por temas específicos (hiperfoco), nos movimentos repetitivos (estereotipias ou stimming – como balançar as mãos, girar objetos), além da dificuldade em brincar de “faz de conta” ou interagir com outras crianças.

Foram esses sinais que Ana Lima Begnini, mãe do João Renato Begnini, de 4 anos, notou no filho mais novo. Quando João tinha apenas 1 ano, Ana percebeu que ele apresentava um desenvolvimento diferente dos outros irmãos, especialmente na fala e reações a estímulos.

“Ele demorou mais pra falar, não respondia quando a gente chamava pelo nome, não tinha muito contato visual e também tinha essa sensibilidade com barulhos, que sempre chamou atenção. Só que no começo a gente vai esperando, né? A gente acha que é o tempo dele, a personalidade. Mas conforme ele foi crescendo e esses sinais continuaram, eu senti no coração que precisava buscar ajuda”, contou Ana.

TRATAMENTO = INTERVENÇÃO

Com tantas nuances, o diagnóstico do TEA não é algo simples ou rápido. Requer uma equipe multidisciplinar, que inclui avaliação neuropsicológica, psicopedagógica e avaliação médica, que pode ser conduzida por profissionais como neurologista, pediatra ou psiquiatra.

“A investigação [do TEA] ocorre por meio de entrevistas, observações clínicas e análise do funcionamento do indivíduo em diferentes contextos, como família, escola e ambientes sociais, garantindo uma compreensão ampla e integrada”, explica Rosângela.

O Transtorno do Espectro Autista não é uma doença. Como ressaltou Kelvis, trata-se de uma forma diferente do cérebro raciocinar. Porém, existe algo similar a um tratamento. “O tratamento, que preferimos chamar de intervenção, foca em ajudar a criança a desenvolver autonomia. As terapias baseadas em evidências científicas, como a Análise do Comportamento Aplicada (ABA – Applied Behavior Analysis, em inglês) e a Fonoaudiologia, ajudam a criança a aprender novas habilidades e a lidar melhor com o ambiente”, conta Kelvis.

MODELOS DE INTERVENÇÃO – Rosângela explica que hoje em dia existem diferentes modelos de intervenção que demonstram muita eficácia, ainda mais quando combinados. Além de intervenções mais clássicas, como ABA e o DIR/Floortime (Desenvolvimento, Diferenças Individuais e Relacionamento – uma abordagem baseada no brincar lúdico e afetivo), estudos apontam para modelos que se utilizam de ferramentas como animais e música, como é o caso da musicoterapia e da equoterapia.

Apesar de não fazer musicoterapia, a música é algo que ajuda muito o João Renato, que está com 4 anos. “Ele ainda tem algumas dificuldades na comunicação. O contato visual ainda é mais difícil, e o físico também. Ele fala bastante em terceira pessoa, tem repetição de algumas falas, mas quando entra a música, parece que tudo flui melhor. Ele vai no tempo dele, no ritmo da música, e isso ajuda ele a se organizar, a raciocinar e a desenvolver a linguagem.” explica Ana.

João Renato Begnini ao lado da mãe, Ana Lima Begnini

“Eu acho a Turma da Boiadeirinha um desenho muito bacana principalmente para crianças com TEA. É leve, educativo, trabalha rotina, regras, aprendizado e ainda tem essa parte musical que ajuda muito no desenvolvimento. Tem músicas, por exemplo, sobre alimentação, sobre o dia a dia, então a criança está assistindo, mas ao mesmo tempo está aprendendo e desenvolvendo várias habilidades.”, complementa ela.

PROCURANDO AJUDA – No caso de João Renato, Ana percebeu os sinais ainda bem cedo e não hesitou em procurar ajuda. Porém, muitos pais sentem receio de buscar um profissional, seja por falta de conhecimento, medo, insegurança, ou mesmo pensar que é algo desnecessário.

Sobre esse processo de investigação, Ana afirma: “Para quem desconfia, eu digo: confie no seu instinto. Se você percebe que tem algo diferente, não ignore, não coloque como “preguiça”, “manha” ou “jeito da criança”. Procure ajuda, procure um neuropediatra, busque orientação”.

Kelvis afirma que é importante entender que o diagnóstico não é um rótulo que limita a criança, mas uma chave que abre portas para ter o suporte que ela precisa. “Uma criança que se sente compreendida em suas necessidades e encontra um mundo preparado para recebê-la, cresce e se desenvolve de forma feliz, alcançando o máximo do seu potencial único. O diagnóstico precoce aliado à ciência e ao afeto é o melhor caminho para um futuro cheio de realizações”, explica Kelvis.

REFERÊNCIAS:

AUTISMO E REALIDADE. O que é o autismo? Disponível em: https://autismoerealidade.org.br/o-que-e-o-autismo/

HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Transtorno do espectro autista (TEA). Disponível em: https://www.einstein.br/n/glossario-de-saude/transtorno-do-espectro-autista-tea

LUNETAS. 6 animações sobre autismo para assistir com as crianças. Disponível em: https://lunetas.com.br/filmes-autismo-criancas/

PARANÁ (Estado). Secretaria da Saúde. Transtorno do Espectro Autista (TEA). Disponível em: https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Transtorno-do-Espectro-Autista-TEA

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Autism spectrum disorders. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/autism-spectrum-disorders

Dentes de leite também precisam de cuidados? Entenda a higiene bucal infantil, as cáries e quando levar a criança ao dentista

Escovar os dentes depois das refeições, utilizar fio dental todos os dias, ir ao dentista a cada seis meses para limpeza e check-up. Esses são os cuidados mínimos que os dentes de uma pessoa adulta precisam. Mas e as crianças? Será que os dentes de leite precisam de toda essa atenção?  

Maria Julia Pereira Cassanho, dentista com foco em odontopediatria

Maria Julia Pereira Cassanho, dentista com foco em odontopediatria, afirma que há uma crença por parte dos adultos de que como os dentes são de leite e vão cair, não é necessário um cuidado tão rigoroso. “Essa é uma crença preocupante e que pode ser perigosa. Os dentes de leite guardam espaço para os dentes permanentes e além de terem raiz e canal, causam tanta dor quanto um dente permanente”, afirma a profissional. “Dos problemas dentários que atingem as crianças, as lesões cariosas são as mais frequentes”, complementa. 

O artigo “Oral Health in America: Advances and Challenges” (Saúde bucal na América: Avanços e Desafios, tradução livre) publicado na National Institute of Dental and Craniofacial Research, em dezembro de 2021, reitera que a cárie é, em nível global, uma das doenças crônicas mais comuns em pessoas de todas as idades, afetando de 60 a 90% de crianças em idade escolar.

A cárie pode ser descrita como um desequilíbrio nas bactérias que vivem na superfície dos dentes. Ao consumir alimentos e bebidas com açúcar, essas bactérias produzem ácidos que atacam o esmalte dentário e causam perda de minerais. Com o tempo, o esmalte do dente enfraquece e acaba sendo destruído. Caso não seja tratada, a cárie pode provocar dor, inflamação, perda do dente e, ainda, disseminação de infecção para os ossos e tecidos moles. E as consequências podem ser a longo prazo, mesmo em dentes de leite. 

“Quando a criança tem uma cárie muito extensa de forma que não seja possível manter o dente, os dentes ao lado podem entortar, o permanente pode não saber mais a direção que ele tem que nascer, e acabar nascendo torto, ou demorando mais pra nascer” afirma Maria Julia. 

O artigo da National Institute of Dental and Craniofacial Research, citado anteriormente, declara que a cárie é um problema multifatorial, inclusive pode ser influenciado por predisposição genética. Contudo, na maioria dos casos, são os fatores ambientais os responsáveis pelo desenvolvimento da cárie. Por exemplo: consumo frequente de açúcar, exposição tardia ou deficiente ao flúor, hábitos de higiene bucal, além de condições sociodemográficas – como renda e dificuldade de acesso a profissionais de saúde. 

“Na maioria dos casos, quando as crianças têm os dentes afetados por cárie, e isso se dá a ingestão descontrolada de açúcar, higienização incorreta e muitas vezes o uso de creme dental sem flúor”, explica Maria Julia. “Além disso, a alimentação é muito importante para a saúde de uma criança em formação. Nos primeiros dois anos de vida, é extremamente importante que a dieta seja restrita em açúcar, tanto para a saúde física, quanto para a saúde bucal. Falando especificamente sobre a saúde bucal, as lesões cariosas precisam do açúcar para acontecer, então quanto mais tarde uma criança come doces, menos a chance de ter cáries”, complementa. 

QUANDO LEVAR A CRIANÇA AO DENTISTA

créditos: Nadezhda Moryak; Pexels

Segundo o Guia de Orientação para a Saúde Bucal nos Primeiros Anos de Vida, do Conselho Regional de Odontologia do Paraná, é recomendado que os pais levem seus filhos ao dentista logo quando houver sinais do nascimento do primeiro dente, sendo indicado o acompanhamento periódico do odontopediatra a partir dos primeiros seis meses de vida. 

“É importante os pais saberem que a consulta no odontopediatra é de extrema importância desde os primeiros dentinhos, cada idade tem uma informação nova e importante. O creme dental sempre deve conter flúor, independente da idade, pois é ele que nos ajuda na luta contra as cáries. A prevenção é sempre o melhor caminho, dificilmente uma criança que vai ao dentista regularmente vai sofrer com dores de dente”, ressalta Maria Julia.

Contudo, se o cuidado com os dentes é algo em que os adultos costumam falhar, imagine o cuidado com os dentes de leite da criança. Em primeiro lugar existe o medo, que torna o ato de ir ao dentista mais trabalhoso. Mas além disso, Maria Julia relata que muitas crianças não gostam e não querem escovar os dentes, principalmente as menores. 

ENSINAR A CRIANÇA A ESCOVAR OS DENTES

É importante que os pais e responsáveis conversem com a criança antes de levá-la ao dentista. Uma conversa sincera, para alinhar as expectativas, e explicar como será a consulta, costuma ajudar a acalmar o medo e a ansiedade. Mas também existem ferramentas que contribuem para que a experiência seja menos estressante e mais divertida. 

É comum o uso de brinquedos como bonecas e pelúcias, por exemplo. Os pais ou responsáveis podem brincar com a criança e utilizar brinquedos para simular as ações do dentista. Além disso, é importante lembrar que a higienização dos dentes pode ser um momento de troca entre pais e filhos, algo que podem fazer juntos, incentivar o cuidado com os dentes e criar memórias afetivas.

“É importante os pais insistirem na escovação, mesmo com a resistência e o choro da criança, tentando fazer de forma mais interativa, divertida e criando um momento em família. O melhor jeito para ensinar a criança a escovar os dentes é levando a um odontopediatra desde os primeiros dentinhos. Além disso, programas e desenhos animados também ajudam muito”, explica Maria Julia. 

O Episódio 05 da Turma da Boiadeirinha, “Dia de Dentista”, acompanha a protagonista, uma criança em idade pré-escolar, que após comer muitos doces e não escovar os dentes, precisa ir ao dentista. Assim, na sequência, a Boiadeirinha aprende, por meio de uma música, que escovar os dentes e passar fio dental é importante para eliminar “os bichinhos” da boca.  Para assistir ao episódio, assista aqui:

“Crianças aprendem melhor de uma forma lúdica, é importante ensinar de um jeito que elas entendam bem, e queiram repetir. Desenhos animados são uma forma muito boa de estimular a criança, entrando no mundo dela, falando e ensinando da forma que ela entenda e se divirta. O mundo lúdico é amplamente usado na odontopediatria, é muito importante tentar fazer eles compreenderem a importância da escovação e a forma como fazer”, finaliza Maria Julia.

COMO HIGIENIZAR OS DENTES DA CRIANÇA

Ilustração: Isabella Ventura Vieira

1. Desde os primeiros dentinhos, já é importante incluir o fio dental na rotina. Passe-o entre os dentes, formando um “C” ao redor de cada um para limpar as laterais. Esta é a primeira etapa.

2. Escove os dentes superiores com movimentos de cima para baixo e os inferiores de baixo para cima, como se estivesse “varrendo” os dentes com a escova.

3. Escove tanto a parte da frente, quanto a parte de trás dos dentes, fazendo movimento de “trenzinho” nos dentes de trás. Escovar a língua também é importante. 

4. Sempre utilize creme dental com flúor. Para crianças de até 3 anos a quantidade equivale a meio grão de arroz; De 3 a 6, um grão de arroz e, a partir dos 6 anos, a quantidade é do tamanho de uma ervilha.

5. A escovação deve ser feita após as refeições, com atenção especial à escovação antes de dormir.

6. A partir dos 6 anos, podemos adicionar o enxaguante bucal na rotina de higiene bucal. Porém, é uma etapa que não é essencial. 

Fontes:

COLGATE-PALMOLIVE COMPANY. Family Take Home Brochure: 4 dicas para um sorriso saudável. Disponível em: https://www.colgate.com.br/mission/oral-health-commitment/bsbf/educational-resources/family-take-home-brochure

SOCIEDADE PARANAENSE DE PEDIATRIA; CONSELHO REGIONAL DE ODONTOLOGIA DO PARANÁ. Guia de orientação para saúde bucal nos primeiros anos de vida. 2ª ed. Paraná, 2018. Disponível em:https://www.cropr.org.br/uploads/arquivo/90bee6d53057e0695508064d3392ccef.pdf.

U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES; NATIONAL INSTITUTES OF HEALTH; NATIONAL INSTITUTE OF DENTAL AND CRANIOFACIAL RESEARCH. Oral health across the lifespan: children. In: Oral health in America: a report of the surgeon general. Bethesda, MD: National Institute of Dental and Craniofacial Research, 2021. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK578299/

Escrito por: Maria Vitória Ticiani | AgroPlay Kids

Desenhos animados fazem mal para as crianças? O que os pais precisam saber sobre alto estímulo, excesso de telas e conteúdos que ajudam no desenvolvimento infantil 

Não existe idade para gostar de desenho animado. Da criança até o adulto, todos podem se divertir assistindo a uma animação. Porém, em uma realidade na qual as telas ocupam cada vez mais a rotina, e os estímulos sensoriais estão em todos os lados, os desenhos animados precisam ir além: eles precisam competir pela sua atenção.

Assim entram em cena o que chamamos de “desenhos de alto estímulo”, que utilizam estratégias narrativas para captar nossa atenção: mudanças rápidas de cena, cores com altíssimos contrastes, sons intensos, luzes piscando, abundância de efeitos visuais e sonoros. O resultado? Ficamos hipnotizados.

COMO FUNCIONAM OS ESTÍMULOS

Todos esses estímulos impulsionam um aumento exacerbado de dopamina no nosso cérebro, ativando, mais especificamente, o que chamamos de sistema de recompensa cerebral. Por isso, o uso de telas em excesso cria em nós uma necessidade cada vez maior por esses estímulos de recompensa.

Segundo matéria da revista Forbes, “Como o Excesso de Tempo de Tela Afeta Seu Cérebro”, publicada em 2025, o uso excessivo de telas está remodelando o cérebro, afetando aspectos cognitivos e sociais, além de prejudicar o sono, a rotina, saúde física e ocular. 

Assim, se as telas têm esse poder em adultos, imagine esses mesmos efeitos em uma criança. A Dra. Tamires Mariano, especialista em neurologia infantil, afirma que “os desenhos de alto estímulo expõem o cérebro infantil a uma velocidade muito acima daquela para a qual ele foi biologicamente programado. Com o tempo o cérebro passa a se acostumar com esse nível elevado de estímulo e o mundo real começa a parecer lento e pouco interessante. Isso pode impactar a atenção, tolerância à frustração e até a capacidade de brincar de forma mais criativa”. 

INTERFERÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

Fonte: StockSnap, Pixabay

Os primeiros anos de vida são fundamentais para o neurodesenvolvimento. É quando ocorre, de forma mais intensa, a formação das sinapses (conexões entre neurônios). É por meio das experiências da criança que o cérebro cria conexões, influenciando diretamente no desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e emocionais.  

Além disso, o excesso de estímulos provocado pelas telas desencadeia um cansaço mental e aceleração interna. Assim, as crianças tendem a expressar esse desconforto com irritabilidade, comportamentos agressivos e birras.

Mas nem todo desenho animado é prejudicial para a criança. Indo contra ao viés puramente mercadológico, existem animações que são feitas especificamente para auxiliar no desenvolvimento infantil. São os desenhos de baixo estímulo. 

“Os desenhos de baixo estímulo respeitam melhor o tempo do cérebro infantil. Eles têm narrativas mais calmas, pausas naturais, diálogos compreensíveis e histórias que permitam que a criança pense, antecipe e sinta. Isso favorece a linguagem, imaginação e compreensão emocional. A tela deixa de ser apenas um bombardeio sensorial  e passa a ser uma ferramenta de aprendizado, principalmente se for na TV, sem que ela tenha o controle na mão, claro, e sempre com algum responsável por perto. Então não é apenas sobre a tela. É qual tela, com que finalidade e com quem ela assiste.”, explica Dra.Tamiris.

Se de um lado o excesso de estímulos afeta o desenvolvimento infantil, por outro, os estímulos na medida certa podem ser uma ferramenta de apoio.

DESENHOS IDEAIS PARA AS CRIANÇAS

Além de atuar como neuropediatra em Fortaleza-CE, a Tamiris Mariano produz conteúdos sobre filmes e desenhos educativos. Em seu perfil do Instagram, a especialista acumula 1.8 milhão de seguidores. Assim, ela explica que existem animações que ajudam a ensinar emoções, resoluções de conflitos, empatia, além de estimularem a linguagem e o raciocínio. No entanto, deixa um adendo muito claro: “desenho não substitui relação interpessoal. O aprendizado mais profundo ainda acontece nas trocas entre os pais, nas brincadeiras e nas experiências do dia a dia”. 

Dra. Tamiris Mariano, especialista em neurologia infantil @dratamirismariano

Porém, mesmo com animações de baixo estímulo, existem recomendações específicas para exposição de crianças às telas. A Dra. Tamiris afirma: “Hoje a gente não fala apenas de tempo, mas de três pilares: idade da criança, qualidade do conteúdo e a presença dos pais”. Até dois anos de idade, não é recomendado o uso de telas, apenas para fotos, e chamadas de vídeo. Dos dois aos cinco, é permitido uma hora de tela na televisão. Dos seis aos dez, o recomendado é até duas horas por dia. “O cérebro infantil precisa de movimento, conversa, contato,e exploração do ambiente para amadurecer”, complementa.

Esse é um dos motivos da importância da  presença dos pais quando a criança está assistindo a algum conteúdo. Em artigo intitulado “As Diferentes Categorias De Estímulos Das Telas E Seus Impactos No Desenvolvimento Da Linguagem Na Primeira Infância: Uma Revisão Integrativa”, publicado na revista ft em outubro de 2024, existem dois tipos de exposição às telas: o tempo ativo, quando há interação com o conteúdo, e o passivo, quando não há interação efetiva. Nesse caso, a falta de interação pode afetar negativamente o desenvolvimento da linguagem. 

Segundo Tamiris, ao escolher o desenho para as crianças, os pais precisam ficar atentos a cinco pontos: o ritmo do desenho, a clareza da história, se os comportamentos são adequados para a idade, se existe conteúdo emocional positivo e, principalmente, como a criança fica depois de assistir. “O melhor desenho é aquele que, quando termina, devolve a criança para o mundo real com mais tranquilidade e não agitada e irritada. O desenho ideal não acelera a infância, ele acompanha o tempo da criança”.

TURMA DA BOIADEIRINHA

O projeto “Turma da Boiadeirinha” nasceu depois de muito estudo e preparação. Com a proposta educativa, guiada pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o desenho animado e seus desdobramentos seguem propostas alinhadas ao bem-estar infantil e ao desenvolvimento integral da criança, como conteúdos interativos e de baixo estímulo.

Assista em: https://www.youtube.com/@turmadaboiadeirinha

fontes:

Oliveira, G. M. V., & Ribeiro, M. K. B. (2023). O uso excessivo de telas e os prejuízos no neurodesenvolvimento: uma revisão narrativa da literatura (Trabalho de Conclusão de Curso). Universidade Federal do Tocantins. 

Takahara, A. B., Santos, E. F., Figueiredo, L. M., Oliveira, A. C. de M., Rosa, A. L., Pinto, A. Y. de F., … Rocha, A. C. da (2024). As diferentes categorias de estímulos das telas e seus impactos no desenvolvimento da linguagem na primeira infância: uma revisão integrativa. Revista ft Ciências da Saúde, 28(139). 

REDAÇÃO Lumine. Desenhos de baixo estímulo: o que são e como eles ajudam no desenvolvimento da criança. 13 jan. 2026. Disponível em: https://blog.lumine.tv/o-que-sao-desenhos-de-baixo-estimulo/  

MESQUITA, Renata Valerio de. Desenhos animados de alto estímulo. Lunetas, 15 maio 2024. Disponível em: https://lunetas.com.br/desenhos-animados-de-alto-estimulo/

CASTRILLON, Caroline. Como o Excesso de Tempo de Tela Afeta Seu Cérebro. Forbes Brasil, 12 out. 2025. Disponível em: https://forbes.com.br/carreira/2025/10/como-o-excesso-de-tempo-de-tela-afeta-seu-cerebro/ 

Escrito por: Maria Vitória Ticiani | AgroPlay Kids

Turma da Boiadeirinha lota Espaço Unimed em estreia oficial do espetáculo infantil “O Melhor Show do Mundo”

Após conquistar milhões no digital, fenômeno infantil dá passo decisivo nos teatros e inicia turnê pelo país

A Turma da Boiadeirinha fez sua aguardada estreia oficial nos palcos com o espetáculo “O Melhor Show do Mundo”, apresentado na tarde do último sábado, 14 de fevereiro, no Espaço Unimed, em São Paulo. A sessão aconteceu com casa cheia, reunindo cerca de 1.500 pessoas.

O público foi marcado pela diversidade, com meninas e meninos de diferentes idades, acompanhados por amigos e familiares. Entre os relatos, está o de Maria Antônia, que viajou de Uberlândia (MG) para a capital paulista, ou seja, quase 600 km para levar a filha, Lara, de 7 anos ao encontro dos personagens que ela é fã e acompanha pelos conteúdos interativos (que pode ser conferido no portal oficial da Turma Boiadeirinha) e pelos vídeos no YouTube.

A estreia também foi marcada pela inclusão, ao receber públicos da comunidade surda de diferentes idades. A experiência contou com acessibilidade e a presença do intérprete Clayton Carneiro, que acompanha as histórias e proporcionou uma vivência mais imersiva. A participação de intérpretes de Libras vai contar de acordo com a requisição de cada contratante.

O espetáculo marca um novo passo do projeto, que já soma mais de 213 milhões de visualizações e 1,3 milhão de inscritos apenas no YouTube. Atualmente, sete episódios estão disponíveis, além de clipes musicais, versões em karaokê e conteúdos acessíveis em Libras. O universo é planejado como um
ecossistema seguro, criado para crianças de 3 a 6 anos.

No palco, o público acompanhou as personagens Boiadeirinha, Pereirinha, Blake, Pierre e pela professora Maria Rosa em uma jornada divertida a caminho da escola. A apresentação teve duração aproximada de 50 minutos e começou com uma surpresa, um vídeo especial da cantora Ana Castela desejando um
excelente show para as crianças.

Marcado por interações, conteúdo educativo e magia, a apresentação trouxe músicas autorais marcantes como “Ovinho Mexido” e “Vogais”. Hits da turminha que estimulam a conscientização da escrita, da diversão de poder se expressar por meio da dança e de bons hábitos, como escovar os dentes. Todo o projeto é preparado por especialistas.

A paixão por Ana Castela também foi um destaque, com crianças fazendo questão de declarar carinho pela artista e a alegria de estar frente a frente com a personagem Boiadeirinha, com chapéu, bota e figurino todo rosa.

Antes do início, dezenas de pessoas aguardavam na fila, muitas vestidas a caráter. Na entrada, o público pôde tirar fotos em painéis especiais, adquirir itens exclusivos e oficiais nas lojinhas da Turma da Boiadeirinha e ainda experimentar um picolé exclusivo.

Diretor do projeto e sócio-diretor da AgroPlay Kids, José Marcus celebra o resultado da estreia, que aconteceu após a première realizada no navio de Ana Castela no começo do mês. “Nós ficamos muito satisfeitos com o resultado do que entregamos ao público e em ver o envolvimento das crianças e famílias com a história contada. Tudo foi pensado com base nos pilares da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) para a primeira infância e preparado com muito cuidado e dedicação por um time de profissionais que faz a Turma da Boiadeirinha ter vida. Esse é apenas o começo!”, comenta.

O primeiro ensaio assistido do espetáculo aconteceu no teatro do Navio Ana Castela, no dia 7 de janeiro, reunindo cerca de 50 profissionais. Já para os demais shows itinerantes, vão estar envolvidos 20 profissionais na produção de cada apresentação.

Para Raphael Soares, sócio-diretor da AgroPlay, essa nova fase amplia o alcance do projeto e fortalece todo o ecossistema do grupo. “Depois de conquistar o público no digital, a Turma da Boiadeirinha deu um passo decisivo ao subir ao palco e realizar uma estreia memorável em São Paulo. Ver esse universo ganhar vida diante das famílias foi a confirmação de que estamos construindo algo que vai muito além das telas. Agora, com a turnê seguindo pelo Brasil, ampliamos ainda mais essa conexão, transformando a experiência em algo próximo, vivo e emocionante. É um movimento estratégico que une entretenimento, educação e presença de marca, fortalecendo não apenas o projeto infantil, mas todo o ecossistema da AgroPlay”, detalha.

Com apresentações já requisitadas por diversos municípios do Brasil, a Turma da Boiadeirinha já se apresentou duas vezes em Mogi das Cruzes (SP), agora segue com agendas em Sorriso (MT), São Paulo e Rio de Janeiro, por onde promete repetir momentos de alegria e aprendizado que devem ficar marcados
na memória das famílias.

Acompanhe:
YouTube: https://www.youtube.com/@turmadaboiadeirinha
Instagram: https://www.instagram.com/turmadaboiadeirinha/
Fotos: Serginho Pirez

Escrito por: David Jônatas | Assessoria de Imprensa Grupo AgroPlay

Turma da Boiadeirinha entra em nova fase e inicia turnê pelo país

Após o avant-première no Navio Ana Castela, o espetáculo infantil da Turma da Boiadeirinha já tem data e local de estreia oficial

Desde o lançamento da animação, inspirada em Ana Castela e Luan Pereira, as crianças ganharam uma nova paixão. Com chapéu, bota e o figurino todo rosa, a Boiadeirinha chegou conquistando fãs de todas as idades. Agora, além dos episódios no YouTube, músicas e jogos, a Turma da Boiadeirinha dá um novo passo e passa a se apresentar ao vivo, levando alegria, aprendizado e diversão para teatros e eventos em todo o país.

Inspirado no universo da série, o espetáculo chamado de “O Melhor Show do Mundo” acompanha a Boiadeirinha, Pereirinha, Blake e Pierre em uma divertida jornada a caminho da escola. A apresentação conta com a narração e condução da professora Maria Rosa, que interage diretamente com as crianças ao longo do espetáculo, que tem duração aproximada de 50 minutos. Com foco na participação ativa do público, o show estimula o movimento, a dança e o contato com as músicas que já conquistaram milhões de ouvintes no YouTube e no Spotify.

Segundo Raphael Soares, sócio-diretor da AgroPlay, essa nova fase amplia o alcance do projeto e fortalece todo o ecossistema do grupo. “A Turma da Boiadeirinha nasce no digital, mas sempre foi pensada como um universo completo. Levar esse conteúdo para o palco é transformar a experiência em algo ainda mais próximo, vivo e emocional. É um movimento estratégico que conecta entretenimento, educação e presença de marca, fortalecendo não só o projeto infantil, mas todo o ecossistema da AgroPlay”, avalia.

“O Melhor Show do Mundo foi criado para levar a Turma da Boiadeirinha em turnê por todo o Brasil, possibilitando que crianças de diferentes regiões tenham contato com esse universo de forma presencial, sempre reforçando valores, cultura brasileira e aprendizado de maneira lúdica e educativa”, explica José Marcus, sócio-diretor da AgroPlay Kids.

O primeiro ensaio assistido do espetáculo aconteceu no teatro do Navio Ana Castela, no dia 7 de janeiro, em um emocionante avant-première que reuniu mais de mil crianças e suas famílias. A estreia oficial será no dia 14 de fevereiro, no Espaço Unimed, em São Paulo. Ao todo, mais de 50 profissionais estão envolvidos na produção da peça. Além da estreia na capital paulista, os personagens já têm apresentações confirmadas em Mogi das Cruzes (SP) e Sorriso (MT). A expectativa é que, ao longo do ano, a turnê chegue a outras regiões do país.

Com forte presença digital, a Turma da Boiadeirinha soma mais de 170 milhões de visualizações e 955 mil inscritos apenas no YouTube. Atualmente, cinco episódios estão disponíveis, além de clipes musicais, versões em karaokê e conteúdos acessíveis em Libras.


Acompanhe:
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Instagram: https://www.instagram.com/turmadaboiadeirinha/
Fotos: Felipe Pereira

Escrito por: Maria Vitória Ticiani | AgroPlay Kids

AgroPlay Kids lança novo jogo educativo para mobile

Com o propósito de promover educação aliada à diversão, a AgroPlay Kids lançou seu terceiro jogo mobile: Desafio da Algodão Doce.

Inspirado no universo do desenho Turma da Boiadeirinha, o jogo foi pensado para ajudar as crianças a associarem os números com as quantidades que eles representam, estimular a percepção visual e o raciocínio lógico. Além disso, desta vez, o jogo também conta com uma novidade: pode ser jogado em duplas.

José Marcus, UZe, sócio diretor, conta que apesar do jogo ser digital, o objetivo também é promover interação fora das telas. “Nosso desejo é que a criança brinque junto com os pais, irmãos e amigos. Que além de aprenderem com o jogo, criem e fortaleçam conexões fora das telas”. 

Neste jogo, conhecemos a Algodão Doce, uma ovelhinha da fazenda. A personagem foi criada para representar o Instituto AgroPlay, a frente social e educativa do grupo AgroPlay, que atua em ações solidárias e sociais.

“Outro ponto muito importante para nós é o cuidado com os estímulos visuais, que trazemos tanto para a série como para os desdobramentos do desenho. O Desafio da Algodão Doce é um jogo com baixo estímulo, que ajuda no bem-estar e desenvolvimento das crianças,” complementa José Marcus. 

Com menos de uma semana desde o lançamento, “Desafio da Algodão Doce” teve mais de mil downloads. Todos os jogos da AgroPlay Kids, incluindo “Ninho do Pierre” e “Correndo com o Blake”, podem ser encontrados de forma gratuita na Google Play Store e Apple Store. 

Escrito por: Maria Vitória Ticiani | AgroPlay Kids

O sucesso foi confirmado

No último dia de outubro, o segundo episódio da Turma da Boiadeirinha, “Eu vou para a escola”, chegou no YouTube. Com alta expectativa dos fãs, o episódio se comprova no propósito de que é possível aprender brincando.

 

Neste segundo enredo, nossa protagonista vai para a escola pela primeira vez e nos apresenta novos personagens como a professora Maria Rosa e o fiel amigo Pereirinha. Com um foco ainda maior em conteúdos educativos, o segundo episódio conta com músicas alegres e divertidas que nos ensinam sobre as cores do semáforo e as vogais.

 

“Tem criança grande apaixonada pelo segundo episódio da Boiadeirinha. Ainda mais sendo uma pedagoga apaixonada pela educação infantil! Parabéns @turmadaboiadeirinha por episódios tão lúdicos para as crianças aprenderem da melhor maneira a frequentar a escola. Que venham os próximos episódios.” escreveu uma seguidora nas redes sociais.

 

O segundo episódio manteve o número de visualizações em relação ao vídeo de estreia. No total, são mais de 42 milhões de visualizações no canal, uma média de 30 mil visualizações por hora, além de mais de 476 mil inscritos no YouTube.

 

Nas redes sociais, os seguidores estão entusiasmados e já perguntam pelo próximo episódio, que chega ao canal nas próximas semanas.

 

“O segundo episódio irá manter a esteira de lançamento do primeiro: agora vamos soltar os clipes musicais, em seguida os vídeos para karaokê, a versão em Libras e também um novo capítulo do Diário da Boiadeirinha”, conta José Marcus, diretor da série.

 

O terceiro episódio chega no YouTube no dia 28 de novembro.

Escrito por: Maria Vitória Ticiani | AgroPlay Kids

Segundo Episódio da Boiadeirinha chega no dia 31 de outubro

Inspirado na cantora Ana Castela, o desenho animado Turma da Boiadeirinha chegou oficialmente nas plataformas digitais no dia 26 de setembro e, em pouco tempo, conquistou o coração do público. O segundo episódio estreia na próxima sexta-feira, 31. 

 

“Inicialmente, estamos lançando um episódio por mês”, explica José Marcus, o diretor da animação. “Queremos aproveitar ao máximo tudo o que temos de desdobramentos do primeiro episódio e manter a audiência engajada. Então nesse meio tempo, lançamos fonogramas, clipes musicais, história ilustrada, karaokê, vídeos com versão em Libras, jogos digitais, além dos conteúdos educativos como atividades e planos de aula para os professores.”

 

Dos lançamentos paralelos, ganham destaque os jogos digitais “Correndo com o Blake” e “Ninho do Pierre”, além do e-book “Diário da Boiadeirinha”.

 

Ambos os jogos possuem caráter educativo, feito para crianças em fase de alfabetização. “Correndo com o Blake” conta com mais de 62 mil downloads; Já “Ninho do Pierre” obteve 7 mil downloads em 10 dias. Outros jogos do universo estão em fase de produção.

 

Na última sexta-feira, dia 24 de outubro, foi lançado o primeiro e-book digital: Diário da Boiadeirinha. Aqui, a personagem conta com a ajuda da mãe Cecília para escrever o que aconteceu após o primeiro episódio. 

 

“A ideia é sempre manter o público atualizado sobre o universo da série. Então, como temos um mês entre um episódio e outro, nós produzimos um pequeno diário para que a própria Boiadeirinha pudesse conversar com o público”, explica José Marcus. Até agora o número de acessos do livro chegou a 1.690.  

 

No momento do lançamento do primeiro episódio, o canal no YouTube já passava de 100 mil inscritos. Hoje, a conta acumula mais de 450 mil. Além disso, o Instagram da turma  tem 444 mil seguidores e, todos os dias, milhares de mensagens de carinho chegam pelas redes sociais. No TikTok são 132,6 mil seguidores e no Spotify 158.668 mil ouvintes mensais. 

 

“Não canso de elogiar e indicar! Tudo é lindo e o  “bênça mãe” me encantou! Contar pra vocês que a minha filha perguntou se podia pedir benção depois de assistir eu fiquei tão feliz!” comentou o usuário @cantinho_dacamilla em uma das postagens. 

 

Para além das redes sociais, a Turma da Boiadeirinha foi convidada para participar de programas em canais da televisão aberta. Entre setembro e outubro, os personagens estiveram presentes no Live Show Jequiti, Bom Dia & CIA e no Programa Silvio Santos, com Patrícia Abravanel, todos da emissora SBT. Além da participação no Altas Horas especial Criança Esperança, da Rede Globo.

 

Segundo Raphael Soares, um dos sócios-fundadores da AgroPlay, a Turma da Boiadeirinha representa um marco histórico para o grupo. “A gente sente que está ocupando um espaço novo, levando a cultura do agro também para o universo infantil. E o futuro é de continuar crescendo, diversificando formatos e fortalecendo ainda mais essa conexão com as famílias.”, complementa.

 

 

Escrito por: Maria Vitória Ticiani | AgroPlay Kids

Ninho do Pierre será lançado no dia 12 de outubro

A Turma da Boiadeirinha, desenho infantil inspirado na cantora Ana Castela, estreou no YouTube no dia 26 de setembro e, em apenas uma semana, alcançou 3 milhões de visualizações. Enquanto o novo episódio não chega, a AgroPlay Kids se prepara para lançar seu segundo jogo mobile: Ninho do Pierre. 

O primeiro jogo do universo da Turma da Boiadeirinha foi lançado pela AgroPlay em agosto deste ano, durante a 70ª Festa do Peão de Barretos. Com proposta educativa para crianças em fase de alfabetização, “Correndo com o Blake” foi um sucesso e alcançou mais de 50 mil downloads em apenas dois meses. 

Seguindo a diretriz educacional, que é o principal pilar da Turma da Boiadeirinha, “Ninho do Pierre” tem como objetivo ensinar lógica e formas geométricas básicas (como círculo, quadrado, triângulo, retângulo e estrela) de maneira divertida. A partir de formas e montagens, as crianças podem desenvolver noções espaciais, reconhecimento visual e coordenação motora.  

“Ninho do Pierre” estará disponível para todos no dia 12 de outubro, de forma gratuita, na Google Play Store e Apple Store. 

Já no dia 31 de outubro, um novo episódio da Turma da Boiadeirinha chega no YouTube. 

Escrito por: Maria Vitória Ticiani | AgroPlay Kids

O Novo Sucesso do Mundo Infantil

A Turma da Boaideirinha, desenho infantil inspirado na cantora Ana Castela, lançou seu primeiro

episódio no último dia 26 e, até agora, alcançou mais de 1 milhão e 500 mil visualizações no YouTube. 

 

Com propostas educativas, de baixo estímulo sensorial e a intenção de transmitir valores morais, a série Turma da Boiadeirinha construiu uma grande expectativa em torno do seu lançamento. 

 

Antes do primeiro episódio ir ao ar, o canal oficial do YouTube alcançou mais de 100 mil inscritos. Já o Instagram, que teve sua primeira publicação em maio, já contava com mais de 200 mil seguidores orgânicos.  

 

Raphael Soares, um dos sócios-fundadores da AgroPlay, afirma que a Turma da Boiadeirinha representa um marco histórico para o grupo. “E não só pelos números, que são muito expressivos, mas principalmente pelo impacto que estamos vendo: as mensagens que chegam dos pais, dos professores, os vídeos das crianças se divertindo e absorvendo os ensinamentos… isso mostra que o projeto vai muito além do resultado em si, ele está deixando uma marca positiva de verdade”, complementa.

 

No desenho, a Boiadeirinha, nossa protagonista, é uma criança de cinco anos que ama ir para escola, aprender e ajudar a família. Ela pede bênção aos pais, reza antes das refeições, vive aventuras com os amiguinhos e descobre as alegrias da vida simples na fazenda. 

 

Com músicas originais, a narrativa reforça a importância da família, do respeito e da educação no desenvolvimento da criança. Apoiados na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) os episódios também abordam conteúdos educativos de forma lúdica e apropriada para crianças de três a seis anos, que são o público-alvo do desenho. Com isso, a Turma da Boiadeirinha acertou cumprindo com com o propósito de construir um ambiente seguro e educativo para as crianças. 

 

Além da animação, o projeto já conta com jogos digitais, planos de aula e apresentações dos personagens por meio das fantasias que, após a participação em programas de televisão, estão conquistando cada vez mais o público. 

 

Boiadeirinha, Pereirinha, o cavalo Blake e o pintinho Pierre marcaram presença no Jequiti Live Show de Ofertas e gravaram um especial para o Dia das Crianças no programa Sílvio Santos, ambos no estúdio do SBT. Em breve, irão retornar para participar do programa Bom Dia & Cia e também estarão na rede Globo para a participação no programa Altas Horas.

 

“Esse momento de expansão da AgroPlay Kids está sendo muito especial. A gente sente que está ocupando um espaço novo, levando a cultura do agro também para o universo infantil. E o futuro é de continuar crescendo, diversificando formatos e fortalecendo ainda mais essa conexão com as famílias”, afirma Raphael.

 

No momento da escrita desta matéria, o primeiro episódio conta com 1,6 milhões de visualizações e, apenas na plataforma Spotify, as músicas somam mais de 61 mil reproduções. Novos episódios, músicas e vídeos estão programados para chegar mensalmente. 

 

 

Escrito por: Maria Vitória Ticiani | AgroPlay Kids